Matéria sobre o livro Pedro e os Lobos no Diário de São Paulo de ontem
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Vamos levar Pedro Lobo ao Programa do Jô!
Calma perseguidores, esta foto é uma montagem
Um espírito de porco encabritou meu microcomputador e só uma seção de descarrego no terreiro da Mãe Zurmira - com obó e tudo - conseguiu resolver a parada.
Na segunda-feira me atrevi a assistir as gravações do Programa do Jô. Minha intenção, mesmo, era a de entregar um exemplar de Pedro e os Lobos para o Gordo, que tá magro.
Mas existe uma blindagem eficiente da produção e o máximo que consegui foi encaminhar o exemplar via uma das produtoras. Se o livro chegou às mãos do Jô, não sei.
Estou lançando a campanha: PEDRO LOBO MERECE SER ENTREVISTADO NO PROGRAMA DO JÔ. Se você concorda, use o link abaixo para fazer a indicação direto no site do Gordo:
http://formsredeglobo.globo.com/Portal/forms/Formulario/0,,18305,00.html
A experiência de ver como é feito o programa foi muito profícua, como diria Rui Barbosa.
E não foi cansativo ficar lá sentado durante cinco horas. A dinâmica das filmagens garante diversão para o público o tempo todo. O Jô é super simpático com a platéia, faz piadas, mesmo quando não estão gravando, e isso garante o show. E ainda tive o privilégio de ver uma entrevista com o Milton Nascimento.
Agora tenho que torcer pra que os caras da produção se interessem pela história do Pedro Lobo e o chamem pruma entrevista. Vai ser muito legal pra ele - e pra carreira do livro - se isso acontecer.
Então, reforço: quem puder dar uma força, clique no link e faça a proposta de pauta:
http://formsredeglobo.globo.com/Portal/forms/Formulario/0,,18305,00.html
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Assaram o tucano
Bem feito!
A proposta do estado mínimo dos tucanos foi pro vinagre. Pelo menos em termos de governo federal.
Assim, os pedágios das BRs vão continuar baratos.
A Petrobrás vai ser, cada vez mais, brasileira e não haverá novas privatizações
O povão vai continuar saindo da miséria via bolsas famílias e outros assistencialismos necessários nesta fase do desenvolvimento do Brasil. O Nordeste vai seguir crescendo a 12% ao anos, como a China.
Devemos agradecer ao povo nordestino que votou em massa na Dilma e rejeitou, de forma acachapante, a proposta do Serra.
Pena que aqui em São Paulo, a maioria conservadora optou por manter o tucanato no poder por mais quatro anos. Vamos penar com os pedágios altíssimos - da Capital pra Santos, num percurso de setenta quilômetros, paga-se mais de R$ 18,00 - com o Metrô sendo construído a farelo e com a molecada saindo do ensino básico sem saber ler fluentemente um texto. Isso sem falar na violência.
O bom nisso tudo é saber que daqui a quatro anos poderemos colocar o Lula lá de novo. Ninguém perde uma eleição saindo do poder com mais de 80 % de aprovação.
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Em nome do deuses
O ataque, promete o Ministério da Guerra do Estado Islâmico do Iraque, será a todos os centros, organizações e organismos cristãos, com seus dirigentes e seguidores, que serão alvos legítimos para os mujahedin (combatentes) onde puderem ser alcançados.
Estamos em pleno século 21 e a guerra santa entre cristão e muçulmanos prossegue a todo vapor.
Eu como ateu, não tenho muito a ver com isso. E pretendo assistir, se houver mesmo erra guerra, de camarote. Vai até ser interessante vendo o Vaticano, com o papa e tudo, arder em chamas.
Mas resta saber o que o deus judaico/cristão ou Alah farão para evitar mais um massacre em seus nomes.
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Morreu o "Mãe Dinah" da bicharada
Paul, o polvo vidente, está morto!
Escafedeu-se, pra sempre, o Mãe Dinah da bicharada.
E agora vamos ficar sem saber quem ganha a copa de 2014. Uma pena, uma vez que, tendo antecipadamente o vencedor, não precisaríamos se preocupar em ficar discutindo escalação ou pedindo a cabeça do Mano Menezes. Seria comemorar já a vitória ou ir chorando a derrota.
Aliás, com a morte do polvo outras questões ficarão em aberto até o desenrolar dos acontecimentos. Não saberemos, por exemplo, coisas importantíssimas como a data da aposentadoria definitiva do apresentador televisivo Silvio Santos, o século em que o Corinthians será, finalmente, campeão da Libertadores ou quais os projetos que o palhaço Tiririca vai apresentar na Câmara dos Deputados.
Morreu Paul! Perde nossa fauna, ceifada de mais um cefalópode. Perde a humanidade, a partir daqui mergulhada na escuridão das incertezas em relação ao futuro.
Morreu Paul! Perde nossa fauna, ceifada de mais um cefalópode. Perde a humanidade, a partir daqui mergulhada na escuridão das incertezas em relação ao futuro.
Em respeito a memória do ilustre falecido, peço aos alemães - um povo sabidamente frio e calculista - que deem um fim digno ao cadáver resistindo a tentação de transformá-lo num suculento strogonoff.
E faço uma prece ao deus dos polvos: que a alma de Paul tenha uma eternidade tranquila nas águas celestiais.
Amem!
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Parando pra pensar, que imortalidade que nada. A vida da gente é já longa demais mesmo durando uns setenta, oitenta anos.
Podia ser como a do gato, do cachorro ou até dum peixe. Nunca da pulga, que é muito breve, ou da tartaruga, longuíssima.
Doze ou quinze anos basta pra se viver tudo o que é preciso. O resto é perfumaria e a gente passa se ralando com coisas pro futuro e que nunca vai usar.
Isso é um crime, já que a adolescência demora demais pra chegar. E vai logo embora.
Eu mesmo, na ponta do lápis, nessa adolescência – que é quando estava no auge da virilidade - gastei bem umas duas mil horas decorando fórmulas de química, física e matemática que nunca usarei. Podia ter gasto este tempo namorando, teria sido mais produtivo e prazeroso.
Isto sem dizer das horas trabalhando no escritório duma metalúrgica – dos 15 aos 22 – e mais outros tantos anos como contas a pagar numa multinacional e numa empreiteira. Foi bem uma década me matando numa rotina estúpida, aguentando chefes prepotentes, colegas de trabalho burrocratas, pra enriquecer os patrões, cujos filhos, da minha idade, curtiam a vida na praia.
Quando ficamos adultos e podíamos parar pra curtir a vida sossegados, a regra diz que temos que nos preparar para a velhice. Como? Estudando mais e trabalhando demais. Já disse Dori Caymi na belíssima letra de Evangelio:
E, um dia quando a vida melhora,
nossa mocidade onde andará?
O Policarpo, meu gato, por exemplo, não pensa em muita coisa. A ração tá garantida porque eu trabalho pra isso. Se não tiver ração, também, sua preocupação será, pura e simplesmente, a de correr atrás dum ratão bem gordo que lhe aplaque a fome. E isso é fácil numa cidade como São Paulo que tem mais ratazanas que gente.
Depois, o bichano só precisa pensar na Clementina, a gata assanhada da vizinha.
Tá fechado! Na próxima geração quero nascer gato ou cachorro.
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