
Transformado numa espécie de museu, o prédio onde os presos políticos eram encarcerados e, muitas vezes, torturados até a morte, abriga hoje documentos, vídeos e um espaço onde acontecem eventos ligados a memória da resistência e da repressão política.
Ali eu lancei o livro Pedro e os Lobos em dezembro último. E foi emocionante para o Pedro Lobo, exatos quarenta anos depois, voltar ao lugar onde o barbarizam durante a ditadura.
As celas foram preservadas e podem ser visitadas. E lá de dentro é possível ouvir o depoimento gravado de vários dos presos que foram torturados naquele cárcere.
Vale a pena fazer um visita.
A propósito, amanhã, a partir das 14 horas, haverá uma homenagem a Che Guevara e ao povo cubano que acolheu os exilados da nossa ditadura durante os anos setenta.
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