sexta-feira, 23 de julho de 2010

Primeira semana

        Uma semana de blog
        25 seguidores.
        70 acessos diários, em média.
        Quem diria! 
        Já posso considerar a empreitada um sucesso. 
        E essa chance de pulverizar opiniões e informação pela rede virtual em pequena escala - como os blogs - ou em grande escala, como os portais de informação, é fantástica. 
        Tá aí futuro dos meios de comunicação chegando. Tanto que esta semana o Jornal do Brasil, o mais tradicional vespertino carioca - deixou de ser impresso depois de cento e dezenove anos.
        Outros grandes jornais - como a Folha de S. Paulo e o Estadão - também caminham meio que por aí, já que suas vendas em banca seguem despencando vertiginosamente. 
         E, não dá pra competir mesmo com a informação on-line, porque para imprimir um jornalão desses se gasta toneladas de papel - o que significa milhares de árvores derrubadas - e baldes e mais baldes de tinta, matéria prima impregnada de chumbo, um metal pesado altamente prejudicial à saúde e à natureza. 
         Depois vem a gasolina ou o diesel queimados no transporte e a pilha imensa de jornais velhos que fica para ser reciclada. Fora a grana que você gasta com a compra do exemplar ou a assinatura.
         No processo de difusão de informação via internet, nada disso é preciso. Basta os cliques do editor e os cliques do leitor.
         Muito mais rápido, prático e econômico, tanto para o bolso como para o meio-ambiente.

2 comentários:

  1. Este comentário foi removido pelo autor.

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  2. Oi João, depois de um final de semana em estradas e lugarejos onde o sinal da WEB não é disponibilizado facilmente penso que a informação virtual ainda é uma realidade urbana. Mas concordo com você que a difusão da informação via internet é muito mais econômica financeiramente e ambientalmente. Mas aí é que está a questão: Se por um lado se economiza madeira ao não imprimir jornal, por outro, assistimos a defesa de leis (e nesse caso uso o vocábulo “defesa” em sua concepção popular como cavação, coisa obtida de maneira hábil ou pouco escrupulosa) que anistiam o crime ambiental que devasta nossas florestas. O deputado Aldo Rebelo, durante uma sessão de discussão da reforma do Código Florestal Brasileiro, afirmou que o documento foi feito com participação da sociedade: “O relatório é produto de minhas convicções, ouvindo atentamente todas as instituições envolvidas”, disse ele literalmente.
    E aí, o que fazemos para defender nossas florestas e todo o bioma implícito nelas?
    O que há por trás dessa “convicção” criminosa?
    Lembra que o Protocolo de Kyoto estabeleceu um acordo mundial para a redução do aquecimento global e que os países que não atingissem a meta, poderiam compram os créditos de carbono de quem conseguisse fazer sobrar? E que isso seria uma forma de tentar equilibrar um pouco o efeito da poluição no planeta? Não podemos desprezar isso.
    Embora não exista uma metodologia de quantificação da volumetria destes “créditos de seqüestro de carbono”, aprovada pelo Tratado de Kyoto, não podemos esquecer que essa é uma discussão na pauta mundial e qual outro país tem esse ativo a seu favor?
    Enquanto a ONU estuda uma forma de incentivo aos proprietários rurais e agroindustriais para a recuperação de parte das terras degradadas, principalmente em áreas com rios e nascentes, nos assistimos nosso o Congresso promovendo a Derrama ambiental.
    Bjs e boa semana, Lu

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